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Paginas Archeologicas III - Situação conjectural de Talabriga   By: (1865-1936)

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FELIX ALVES PEREIRA

PAGINAS ARCHEOLOGICAS

III

SITUAÇÃO CONJECTURAL DE TALABRIGA

LISBOA IMPRENSA NACIONAL 1907

SITUAÇÃO CONJECTURAL DE TALABRIGA

Obra composta e impressa na Imprensa Nacional

Edição e propriedade do Museu Ethnologico Português

FELIX ALVES PEREIRA

PAGINAS ARCHEOLOGICAS

III

SITUAÇÃO CONJECTURAL DE TALABRIGA

LISBOA IMPRENSA NACIONAL 1907

Ao

Illustrissimo e Excellentissimo Senhor Conselheiro

Luis Cypriano Coelho de Magalhães

O. e D.

O autor.

Separata d'«O Archeologo Português», XII, n.os 5 a 8 de 1907

SITUAÇÃO CONJECTURAL DE TALABRIGA

Summario

1. Estado da questão. 2. Autores antigos 3. Itinerario 4. Exame do mappa 5. Topographia e onomastico da região 6. Os castros do trajecto da Via 7. Região mineira 8. Localização de Talabriga 9. Opinião de Gaspar Barreiros 10. Geographia arabica 11. Strata maurisca 12. Ria de Aveiro e o Vouga 13. Historia de Talabriga.

I

Algum tanto sem o presentir, ao fazer o estudo da ara de Estorãos, ( Arch. Port. , XII, 36) encontrei me no limiar de um problema que, de modo definitivo, não se resolverá senão com a verificação in loco de vestigios archeologicos incontrastaveis.

É o problema da trajectoria exacta da via romana entre Aeminium e Calem, da qual não se conhecem milliarios decisivos e sufficientes, especialmente da sua passagem por Talabriga.

O assunto, parcialmente considerado, tem sido alvo das principaes referencias na pugna litteraria em que os paladinos de Agueda, de Aveiro e de Coimbra patrioticamente articulavam preeminencias genealogicas, que é da praxe mencionarem se em monographias locaes, mas que hoje, quanto a Coimbra (e Condeixa a Velha) estão sentenciadas, em prejuizo até heraldico de Agueda[1].

Propositadamente, porém, o problema não foi ainda estudado debaixo do seu aspecto geral; apenas por incidente tem sido versada a localização de Talabriga. Não venho com o proposito de o dar como resolvido, é certo; mas desejo englobar neste estudo um certo numero de considerações, que podem preparar o desenlace d'este ponto controvertido da geographia protohistorica da Lusitania, no campo adequado, e quiçá orientar pesquisas.

Onde foi Talabriga? Até hoje nenhum d'estes indices peremptorios que marcam inilludivelmente a situação das antigas cidades, como para Conimbriga (Condeixa a Velha), Aeminium (Coimbra), Bracara Augusta (Braga), Olisippo (Lisboa), Pax Julia (Beja), etc., se nos antolha para dar resposta nitida áquella pergunta.

Guiados pelas indicações geographicas do Itinerario e de Plinio, os nossos escritores teem querido alternadamente que Aveiro, Cacia, Esgueira occupem hoje o logar que outrora se chamou Talabriga . De facto, o Itinerario, ao contar as milhas que de Aeminium vão a Calem (Gaia ou Porto?) pela via militar, devia ter especial valor para este problema; mas a comprehensão da necessidade de verificar rigorosamente as indicações d'aquelle documento, a consulta de edições criticas, tomando se por base a decisão do problema de Aeminium, e talvez o desaffecto de uma ou outra solução é que teem, no meu humilde entender, faltado a todos os autores que mais modernamente do assunto se teem abeirado[2]... Continue reading book >>




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