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By: Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) | |
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Era uma vez...
Era uma vez... é um conto, com castelo, princesa, aldeões, maravilhas do fundo do mar, dos ares e das florestas. Imaginação e realidades, como as crianças de todos os tempos tanto gostam. Escrito por Júlia Lopes de Almeida, uma autora brasileira do século XIX, ele é mais que adequado aos dias atuais. É uma história mágica, para crianças e adultos de uma era em que se criam filhos “com o rei na barriga”. - Summary by Rachel Moraes | |
viúva Simões
Ernestina Simões é rica, bonita, ainda jovem e viúva. Com uma filha já moça, ela vive praticamente reclusa em sua casa em Santa Tereza, com uma vida social muito restrita. Casar de novo? Nem pensar, pois quer poupar à filha, Sara, o desprazer de conviver com um desconhecido, um padrasto. Não quer dividir com outrem o amor que julga ser só para a filha. Até que um dia, a vida lhe prega uma peça e recoloca no caminho de mãe e filha uma paixão de juventude de Ernestina. O que se segue é um enredo de paixões, disputa, loucura, culpa, remorso, arrependimento e expiação... | |
Correio da Roça
Maria ficou viúva e os credores levaram a vida de luxo e abastança em que viviam no Rio de Janeiro. E ela e as 4 filhas, educadas para viver na cidade, têm que se mudar para a fazenda que restou para a família, lá na serra, no interior bravo. Passam então a viver em um velho casarão com ares de convento, onde a música que se escuta à noite é a da orquestra do coaxar dos sapos. As horas são de lenta monotonia e tédio, nesse exílio longe dos amigos e das festas. O único alento vem das cartas de uma amiga, recém voltada da Europa, encantada com o Brasil... | |
Memorias de Martha
Memórias que mesclam pobreza, sujidade, fome crônica, trabalho à exaustão, inveja, ciúme, degradação e morte. E amor, carinho, solidariedade e resignação. Como será que uma criança que vive neste cenário, em um cortiço do Rio de Janeiro no fim do século XIX consegue sobreviver a esta realidade? Em breves pinceladas Júlia Lopes de Almeida mostra em seu primeiro romance, escrito em 1889, a situação de mulheres pobres no Rio de Janeiro daquela época. E a história de Martha e sua mãe, obrigadas pelas voltas que o mundo dá, a irem morar no tal cortiço. | |
By: Júlio César Machado | |
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Da Loucura e das Manias em Portugal
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By: Júlio de Matos (1857-1923) | |
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A Paranoia
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By: Júlio Dinis (1839-1871) | |
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A Morgadinha dos Cannaviaes
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By: Júlio Dumont | |
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A velha disciplina Versos
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By: Ladislau Patrício (1883-1967) | |
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Aquela Família Tipos, caricaturas e episódios provincianos
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By: Leandro Gomes de Barros | |
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Coletânea de Leandro Gomes de Barros
Leandro Gomes de Barros é considerado por alguns como o primeiro escritor brasileiro de literatura de cordel, tendo escrito mais de 230 obras. No seu tempo, era cognominado O Primeiro sem Segundo, e ainda é considerado o maior poeta popular do Brasil em todos os tempos, autor de vários clássicos e campeão absoluto de vendas, com muitos folhetos que ultrapassam a casa dos milhões de exemplares vendidos. Compôs obras-primas que eram utilizadas em obras de outros grandes autores: Ariano Suassuna, por exemplo, utilizou a história do cavalo que estercava dinheiro no seu Auto da Compadecida... | |
By: Leonardo Coimbra | |
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Camões e a Fisionomia Espiritual da Pátria
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By: Lima Barreto | |
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Triste Fim de Policarpo Quaresma
Triste Fim de Policarpo Quaresma é um romance do pré-modernismo brasileiro e considerado por alguns o principal representante desse movimento.Escrito por Lima Barreto, foi levado a público pela primeira vez em folhetins, publicados, entre Agosto e Outubro de 1911, na edição da tarde do Jornal do Commercio do Rio de Janeiro. Em 1915, também no Rio de Janeiro, a obra foi pela primeira vez impressa em livro, em edição do autor.O romance discute principalmente a questão do nacionalismo, mas também fala do abismo existente entre as pessoas idealistas e aquelas que se preocupam apenas com seus interesses e com sua vida comum... | |
Contos
Lima Barreto começou a sua colaboração na imprensa desde estudante, em 1902, no A Quinzena Alegre, depois no Tagarela, O Diabo, e na Revista da Época.Em jornais de maior circulação, começou em 1905, escrevendo no Correio da Manhã uma série de reportagens sobre a demolição do Morro do Castelo.Daí em diante, colaborou em vários jornais e revistas, Fon-Fon, Floreal, Gazeta da Tarde, Jornal do Commercio, Correio da Noite, A Noite (onde publicou, em folhetim, Numa e a Ninfa), Careta, ABC, um novo A Lanterna (vespertino), Brás Cubas (semanário), Hoje, Revista Souza Cruz e O Mundo Literário... | |
By: Lord George Gordon Byron (1788-1824) | |
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O Cerco de Corintho, poema de Lord Byron, traduzido em verso portuguez
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By: Luís Carlos Martins Pena (1815-1848) | |
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Quem casa, quer casa
Comedia dramática que descreve as confusões e as brigas de uma família onde mais de um casal vive na mesma casa. Retrato irônico e animado da vida familiar da época. - Summary by Pier Elenco: Narradora: LeniFabiana: Rachel MoraesOlaya: L.S.B.SeabraPaulina: deniEduardo: PierSabino: AlexOliveira75Nicolau: KevinSJoao: KazbekI menino: briannaII menino: Rachel MoraesAnselmo: Pier | |
By: Luís Couceiro | |
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A Nuvem Peça dramatica, em verso, com prologo, dois actos e epilogo
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Uma scena conjugal Comedia—lever de rideau
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By: Luís da Silva Mousinho de Albuquerque (1792-1846) | |
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Ruy o escudeiro: Conto
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By: Luís Mendes de Vasconcelos (fl. 1608.) | |
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Paródia ao primeiro canto dos Lusíadas de Camões por quatro estudantes de Évora em 1589
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By: Luís Vaz de Camões (c.1524-1580) | |
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Os Lusíadas
Camões (1524-1580) é o maior poeta da nossa língua, e Os Lusíadas a sua obra maior. Publicada em 1572, é poema épico em dez cantos, narrando os feitos dos Portugueses em suas guerras e descobertas marítimas, em uma visão maravilhosa e exaltada, grandiosa e de comovente patriotismo. Apesar das barreiras que se põem ao leitor moderno, as referências mitológicas às vezes recônditas, as menções a episódios e personagens históricos menos conhecidos, a sua modernidade é surpreendente e a pessoa do poeta se impõe admirável, concreta e única em sua genialidade. A força da linguagem, a beleza dos seus versos, desafia qualquer comentário. | |
By: Luis Vaz de Camões (1524-1580) | |
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Sonetos – Poemas de Amor
Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 10 de Junho de 1580) é frequentemente considerado como o maior poeta de língua portuguesa e dos maiores da Humanidade. O seu gênio é comparável ao de Virgílio, Dante, Cervantes ou Shakespeare. A obra lírica de Camões foi publicada como “Rimas”, não havendo acordo entre os diferentes editores quanto ao número de sonetos escritos pelo poeta e quanto à autoria de algumas das peças líricas. Alguns dos seus sonetos, como o conhecido “Amor é fogo que arde sem se ver”, pela ousada utilização dos paradoxos, prenunciam o Barroco... | |
Sonetos – Poemas Filosóficos
Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 10 de Junho de 1580) é frequentemente considerado como o maior poeta de língua portuguesa e dos maiores da Humanidade. O seu gênio é comparável ao de Virgílio, Dante, Cervantes ou Shakespeare. A obra lírica de Camões foi publicada como “Rimas”, não havendo acordo entre os diferentes editores quanto ao número de sonetos escritos pelo poeta e quanto à autoria de algumas das peças líricas. Alguns dos seus sonetos, como o conhecido “Amor é fogo que arde sem se ver”, pela ousada utilização dos paradoxos, prenunciam o Barroco... | |
By: Luiz Augusto Rebello da Silva (1822-1871) | |
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Contos e Lendas
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A Casa dos Fantasmas - Volume I Episodio do Tempo dos Francezes
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By: Machado de Assis (1839-1908) | |
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O Alienista
O Alienista follows a famous psychiatrist obsessed with discovering the universal panacea to cure every kind of mental malady. In his missionary zeal, he consigns not just the mentally dysfunctional but also perfectly healthy and well adjusted ones to his newly opened asylum, since he believes that prevention is better than a cure. A revolt breaks out among the villagers. The good doctor now believes that “normalcy” is a malady and needs to be cured which takes the story on a bizarre turn. O Alienista is a satire written by the Brazilian writer Machado de Assis... | |
Desencantos
Desencantos é uma curta peça em dois atos, obra da juventude de Machado de Assis, publicada muito antes do seu livro de poemas, “Crisálidas” e de seus muito famosos romances. (Sumário escrito por Leni) | |
By: Manoel Caldas Cordeiro (1869-1914) | |
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O Marquez de Pombal (folheto para poucos)
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Alexandre Herculano
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By: Manuel Cipriano da Costa | |
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Quanto basta a respeito do dia 25 de abril de 1828
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By: Manuel de Almeida (1580-1646) | |
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Vida de Takla Haymanot
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By: Manuel de Arriaga (1840-1917) | |
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Cantos Sagrados
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By: Manuel de Brito Camacho | |
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Ao de Leve
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By: Manuel Emílio Gomes de Carvalho (1859-1919) | |
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Os deputados brasileiros nas Côrtes Geraes de 1821
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By: Manuel Ferreira Garcia Redondo (1854-1916) | |
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O Descobrimento do Brazil Prioridade dos Portugueses no Descobrimento da America
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By: Manuel Joaquim Pereira da Silva | |
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Apontamentos para a Biographia do Cidadão José da Silva Passos
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By: Marcelino Mesquita (1856-1919) | |
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Petronio Peça livremente extrahida do romance Quo Vadis de Henryk Sienkiewicz
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By: Maria Amália Vaz de Carvalho (1847-1921) | |
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Alguns homens do meu tempo impressões litterarias
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Pelo mundo fóra
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Mulheres e creanças notas sobre educação
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By: Maria Firmina dos Reis (1825-1917) | |
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Úrsula
Maria Firmina dos Reis é a primeira escritora negra conhecida da literatura brasileira. Em Úrsula, seu romance mais famoso, a autora denuncia a opressão a negros e mulheres no Brasil do século XIX, repudiando o regime de escravidão. A narrativa é protagonizada por Úrsula e Tancredo, sendo o romance entremeado pelas histórias de suas famílias e dos escravos que as serviam. A leitura foi feita a partir do texto produzido pela iniciativa "Cadernos do Mundo Inteiro". | |
By: Mario de Andrade (1893-1945) | |
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Paulicea Desvairada
Paulicea Desvairada – livro de Mário de Andrade, publicado em julho de 1922. A leitura de trechos deste livro foi um dos pontos altos - e polêmicos - da Semana de Arte Moderna. Além do “prefácio interessantíssimo”, que aborda as bases do modernismo brasileiro, o livro traz 23 poemas. Paulicea Desvairada é escrito em tom irreverente, combativo e versos livres, sem métrica nem rima. Em suma, o livro traz a base da arte moderna e é considerado obra-semente da literatura moderna brasileira. Com ele, como o próprio autor diz, “está fundado o desvairismo”. | |
By: Mário de Sá-Carneiro (1890-1916) | |
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Dispersão 12 poesias por Mario de Sá-Carneiro
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By: Mário Pires Gomes Beirão (1890-1965) | |
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Cintra
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By: Maximiliano de Azevedo (1850-1911) | |
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Homenagem ao Marquez De Pombal 1782-1882
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By: Miguel J. T. Mascarenhas | |
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Um conto portuguez: episodio da guerra civil: a Maria da Fonte
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Surpreza Entre-acto original
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By: Mme. de Stolz | |
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A Casa do Saltimbanco
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By: Monteiro Ramalho (1862-1949) | |
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As ratices da Rattazzi O pello nacional
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By: Nicolau T. Leroy | |
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A Traviata Operetta buffa em 1 acto em verso
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By: Nicolau Tolentino de Almeida (1740-1811) | |
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Obras poéticas de Nicoláo Tolentino de Almeida, Tom. II
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Obras posthumas
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By: Olavo Bilac (1865-1918) | |
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Poesias Infantis
Esta é uma recolha de poesias infantis, do autor brasileiro Olavo Bilac, lidas em português por uma criança brasileira. This is a collection of children’s poems by the Brazilian writer Olavo Bilac, read by a Brazilian child. | |
Contos para Velhos
Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 1865 — Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 1918) foi um jornalista e poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias. Sua obra compreende além de poemas, textos publicitários, crônicas, livros escolares e poesias satíricas. Foi considerado na sua época, o "Príncipe dos Poetas Brasileiros".Juntamente com Alberto de Oliveira e Raimundo Correia, foi a maior liderança e expressão do Parnasianismo no Brasil, constituindo a chamada Tríade Parnasiana... | |
By: Oliveira Lima (1867-1928) | |
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Historia diplomatica do Brazil O Reconhecimento do Imperio
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By: Oswald de Andrade (1890-1954) | |
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Semana de Arte Moderna de 1922 - Coletânea Centenário
Esta “Semana de Arte Moderna 1922 - Coletânea Centenário” dá uma noção geral do que foi este “acontecimento” artístico, visto através de artigos de jornais da época, palestras e poemas . Tem colunas escritas pelos próprios Mário de Andrade e Menotti Del Picchia, textos azedos de críticos, conferências e poemas que atearam fogo à discussão e que geraram cacarejos, latidos, grunhidos, vaias e aplausos. Lembre-se que em 1922 os artigos de jornal podiam sair na edição do dia seguinte ao evento, ou mesmo dias e até meses depois, sem deixar de ser “novidade”... | |
By: Padre Antônio Vieira | |
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Sermões
O Padre Antônio Vieira foi um religioso português – mas mais do que isso, foi um exímio escritor e elemento influente na política do século XIX. Tendo vivido parte da vida no Brasil e parte em Portugal, Vieira deixou uma obra complexa, em estilo barroco, na qual demonstra familiaridade com a literatura antiga (com influências marcantes de Cícero e Sêneca), com os escritos cristãos e com a filosofia de sua época. Apresentamos aqui uma recolha de alguns de seus sermões mais conhecidos... | |
By: Patrício António (1878-1930) | |
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Serão inquieto : contos
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By: Paul Bourget (1852-1935) | |
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A agua profunda
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By: Pero de Magalhães Gandavo (-1576) | |
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Tractado da terra do Brasil no qual se contem a informação das cousas que ha nestas partes feito por P.º de Magalhaes
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By: Portugal | |
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Constituição politica da Monarchia portugueza
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By: Raimundo António de Bulhão Pato (1829-1912) | |
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Versos de Bulhão Pato
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A José Estevão
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By: Raul de Oliveira Sousa Leal (1886-1964) | |
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Orpheu Nº2 Revista Trimestral de Literatura
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By: Raul Germano Brandão (1867-1930) | |
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Os Pobres Precedido de uma Carta-Prefacio de Guerra Junqueiro
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Memórias
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By: Raul Pompéia | |
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O Ateneu
O Ateneu é um romance do escritor brasileiro Raul Pompeia, considerado como o único exemplar de romance impressionista na literatura brasileira.Publicado pela primeira vez em 1888, o livro conta a história de Sérgio, um menino que é enviado para um colégio interno renomado na cidade do Rio de Janeiro, denominado Ateneu. Comandado pelo diretor Aristarco, o colégio mantém regras rígidas e princípios da aristocracia da época. A obra critica a sociedade brasileira do final do século XIX, tomando como metáfora o Ateneu, seu reflexo, um lugar onde vence sempre o mais forte.(Sumário extraído da Wikipedia) | |
By: Raul Sangreman Proença (1884-1941) | |
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Os Sinos Poesia Narrativa
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By: Richard Henry Major (1818-1891) | |
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O descobrimento da Australia pelos portuguezes em 1601
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By: Robert Guliver | |
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Crates Mallotes ou Critica Dialogistica dos Grammaticos Defuntos contra a pedantaria do tempo
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By: Sebastião da Fonseca (1625-1705) | |
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Relaçam dedicada A Serenissima Senhora Rainha da Gram Bretanha da Jornada que fes de Lixboa the Por-ts Mouth
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By: Sebastião de Magalhães Lima (1850-1928) | |
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Miniaturas Romanticas
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O Federalismo
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O Primeiro de Maio
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O Centenario de José Estevão Homenagem da Maçonaria Portugueza
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